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terça-feira, 22 de maio de 2012

Pegada ecológica, dá para diminuir?

"Seu" Toninho Carneiro mostrando a árvore que plantou, um Jatobá.
Prof. Luiz reflorestando.
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"Seu" Vicente Gabriel mostrando o resultado da horta orgânica.





















fonte: CAPA, Centro de apoio ao pequeno agricultor.









































Vamos primeiro tentar definir o que é pegada ecológica:
 É a quantidade de hectares necessária para suprir as necessidades de consumo de cada ser humano versus a capacidade de regeneração da Terra. A grosso modo, podemos imaginar uma pegada mesmo, que amassa a vegetação, como se para buscar alimentos pisoteássemos a terra, amassando os alimentos.
Em quanto tempo a vegetação se recuperaria?
A pegada ecológica do Brasil é maior que a média mundial e só não é maior ainda porque temos a maior capacidade de regeneração do Mundo, por conta de nossas florestas, é a biocapacidade.
E como podemos contribuir para diminuir esta pegada?
Escolhendo, por exemplo, carne produzida no sul do país no lugar de carne produzida mais ao norte, onde para criação de pastagens, ocorre forte desmatamento, pois sabemos que a agropecuária é a atividade que mais pressiona a pegada, por usar muito pasto e água.
Incentivando a cultura de hortas orgânicas, e os produtores orgânicos, incentivando hortas e  pomares de quintais, criando associações desses produtores. Nós da Guaranature temos nossa horta orgânica e faz a diferença!
Em Guararema o poder público está com um programa de incentivo aos produtores orgânicos que vai dar um resultado muito positivo.
Quando escolhemos consumir no comércio local, no lugar de deslocamentos para outras cidades em busca de produtos, estamos diminuindo a pegada ecológica.
Consumindo produtos da estação, atentando para a sazonalidade, como mostra o infográfico do Capa, que embora se refira a região sul do Rio Grande do Sul serve de referência.
Plantando, reflorestando, produzindo mudas e pressionando para que a mudança do nosso Código Florestal, traga reais benefícios aos pequenos agricultores, mas que mantenha a proteção às nossas matas.
Aliás é preciso ficar atento ao que pode acontecer com as matas ciliares dos rios, é fácil entender onde está o problema: Pode ser aprovado pelo Novo Código Florestal que as propriedades às margens dos rios tenham que manter a faixa de mata proporcional ao  tamanho destas propriedades, isto quer dizer que se tenho uma grande propriedade na beira de um rio, terei que manter uma faixa grande de proteção mas se forem várias propriedades pequenas, como condomínios, pequenos sítios, a faixa se reduz drasticamente, pondo em risco a saúde de nossos rios!
Vamos nos envolver? É nossa obrigação cidadã, devemos isso ao Mundo!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Vale do Paraíba com Mantiqueira ao fundo em registro feito da Serra do Itapeti




















Na Serra da Mantiqueira, muitos problemas foram causados pelas fortes chuvas. Ao fundo, podemos ver a região de Campos do Jordão e sul de Minas Gerais, observem as altitudes! Agora imaginem que com a aprovação do Novo Código Florestal Brasileiro, que tramita no Congresso,encostas,várzeas e até topos de morros, poderão ser ocupados.
Na Serra do Itapeti,ontem, chegamos poucas horas depois que estas pedras rolaram,dá para projetar o potencial de perigo, caso pessoas estivessem em seu caminho ou a vegetação não freiasse o rolamento das rochas!
E então brasileiros, e aí congressistas?

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Vamos ficar atentos, olho nos políticos: Novo Código Florestal Brasileiro e suas contradições!


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"A Folha de São Paulo, revelou no último domingo que as mudanças propostas pelo projeto ampliam as ocupações de áreas sujeitas a tragédias em zonas urbanas. O texto em tramitação no Congresso deixa de considerar topos de morros como áreas de preservação permanente e libera a construção de habitações em encostas. Locais como esses foram os mais afetados por deslizamentos de terra na semana passada na região serrana do Rio, que mataram mais de 700 pessoas".
É incrível que mesmo quando todos os fatos nos mostram que estamos indo na direção errada, ainda se insista nas mudanças do Código Florestal Brasileiro, que permitirão a ocupação de áreas de proteção permanente.
Temos que nos mobilizar, divulgar os nomes de quem voltar favoravelmente, dar destaque negativo a estes políticos que serão eternos responsáveis e serão cobrados no futuro por novas mortes e degradação do meio ambiente!