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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Coral falsa ou verdadeira?
Hoje encontramos esta Coral, como sempre, a fizemos sair da estrada onde poderia ser atropelada.
Com o aumento das chuvas e da temperatura, é mais frequente encontramos estas e outras cobras que tanto receio causam, mas a chance de acidentes é pequena se tivermos alguns cuidados.
Não acumular lixo onde ratos possam vir se alimentar, cuidar dos paiois e dos restos de ração dos cachorros, ter proteção sob as portas, não provocar queimadas, os bichos procuram proteção do fogo nas casas, não incitar ou iscar cachorros para cobras e lembrar-se corais verdadeira tem olhos pequenos, os anéis circundam o corpo , a cor vermelha geralmente não se encontra com a preta é calma e não arma bote, uma boa medida é na dúvida considerar todas verdadeiras caso não seja um especialista. Ontem tiramos uma Jararaca que entrava em uma residência, postaremos logo.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Fim do mistério!
Romano, nosso amigo e associado da Guaranature, procurou a ajuda do biólogo Hideki, que é mestre herpetólogo e também tivemos ajuda de nosso amigo LeandrodeLeon. Os dois chegaram à mesma conclusão e nos esclarecem:
Essa serpente é uma Thamnodynastes strigatus (Parrelheira).
Espécie opistóglifa* de hábito noturno sendo geralmente encontrada no período crepuscular.
Tem dieta anurófaga( sapos,rãs e pererecas) e ocasionalmente se alimenta de pequenos mamíferos, aves, lagartos e raramente peixes.
Forrageia tanto no chão quanto em arbustos.
Ocorre na Argentina, Paraguai, Uruguai, Sul e Sudeste do Brasil.
Beleza?
*A dentição opistóglifa é encontrada principalmente em serpentes da família dos colubrídeos (Colubridae) e dos dipsadídeos (Dipsadidae). Além de dentículos especializados em rasgar os tecidos da presa, apresentam também um par de dentes localizados posteriormente na boca com intuito de perfurar profundamente o tecido da presa e inocular, através de escorrimento e por canais abertos, o veneno produzido pela glândula de Duvernoy. Alguns preferem chamar esse veneno de “saliva tóxica”, pois ele não oferece risco ao ser humano, atuando principalmente como um metabólito (proteolítico) que facilitará na digestão das proteínas presentes na presa.
Informação obtida no blog:http://blogdonurof.wordpress.com/2010/09/03/sobre-o-tipo-de-denticao-das-serpentes/, obrigado pessoal!
Essa serpente é uma Thamnodynastes strigatus (Parrelheira).
Espécie opistóglifa* de hábito noturno sendo geralmente encontrada no período crepuscular.
Tem dieta anurófaga( sapos,rãs e pererecas) e ocasionalmente se alimenta de pequenos mamíferos, aves, lagartos e raramente peixes.
Forrageia tanto no chão quanto em arbustos.
Ocorre na Argentina, Paraguai, Uruguai, Sul e Sudeste do Brasil.
Beleza?
*A dentição opistóglifa é encontrada principalmente em serpentes da família dos colubrídeos (Colubridae) e dos dipsadídeos (Dipsadidae). Além de dentículos especializados em rasgar os tecidos da presa, apresentam também um par de dentes localizados posteriormente na boca com intuito de perfurar profundamente o tecido da presa e inocular, através de escorrimento e por canais abertos, o veneno produzido pela glândula de Duvernoy. Alguns preferem chamar esse veneno de “saliva tóxica”, pois ele não oferece risco ao ser humano, atuando principalmente como um metabólito (proteolítico) que facilitará na digestão das proteínas presentes na presa.
Informação obtida no blog:http://blogdonurof.wordpress.com/2010/09/03/sobre-o-tipo-de-denticao-das-serpentes/, obrigado pessoal!
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