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terça-feira, 19 de julho de 2011

Timbó!


Posted by PicasaPara nossa surpresa fomos apresentados pelo mestre Angelino, à planta do Timbó, aquela que os índios maceram as raízes e jogam nos lagos para que os peixes fiquem sem oxigênio e possam ser capturados!
Claro que em um país tão grande, o mesmo nome pode ser usado para plantas diferentes, mas está espécie, também era usada aqui em nossa Mata Atlântica, para a captura de peixes.
Acreditávamos que esta planta não existia aqui em nossa região e é interessante também que os nomes indígenas foram mantidos, mostrando uma linha clara da passagem do conhecimento!

sábado, 19 de março de 2011

Família Aristolochiaceae, a bela flor que cheira mal...













































































Esta bela planta, atrai insetos necrófagos com seu cheiro que parece de carne em decomposição!
A primeira vez que a vimos desconfiamos de sua aparência atraente. Ela existe no mundo todo, mas parece que se dá melhor nos trópicos. Mestre Glauco, nosso orquidófilo nos lembra da Pangeia, quando a terra era um bloco.
Sabemos que era usada antigamente no egito e em várias partes, para facilitar partos e portanto não deve ser usada por grávidas!

Seu cesto de sementes, revela a engenhosidade da natureza!
Tentamos ficar com uma dessas flores no carro, é quase impossível! O cheiro é tão desagradável que pensamos tratar-se de outra coisa, algo que eu havia pisado!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O engenhoso cesto de sementes da Aristolochia!

Esta planta é conhecida desde a antiguidade por ser auxiliar do parto tem representantes no mundo inteiro mas parece se dar melhor nos trópicos.
Sua bela flor, tem cheiro desagradável para atrair insetos necrófagos!
Existe no mundo todo, o que indica que é do tempo da Pangeia!
Seu cesto de sementes se abre totalmente, e o vento leva cada semente que são bastante leves.
Na definição de Dioscorides: Aristolochia nomem inde accept, quod optimum praebere auxilium Puerperis.
Nomes populares : Papo de peru, urubu caa, raiz de mil homens.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Angico Gurucaia ( Parapiptadenia rigida)

Em 2004, plantamos ou encaminhamos com nossos alunos do Colégio São Francisco-Objetivo, 1500 árvores da Mata Atlântica, em um projeto extra-curricular. Hoje este Angico que é também conhecido como angelim, cambuí, brincos-de-saguí, entre outras denominações, está com quatro metros.
Lemos na Folha de São Paulo, que o Brasil deixa de ganhar 5 bilhões de dólares/ ano por não transformar nosso patrimônio genético em remédios feitos em laboratórios brasileiros!
Então fica a pergunta do Guaranature: Alguém sabe explicar porque nossos índios chamavam essa árvore de angicó-caá, que significa "árvore-para-a-doença-da-alma?


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