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sexta-feira, 8 de março de 2013

Encontramos mais uma: Malaxis parthonii.
























Esta orquídea terrestre localizada pelos olhos experientes do orquidófilo Glauco Batalha, é considerada ameaçada pela perda de seu habitat. Sorte termos ainda locais onde possamos encontrá-las.
Preocupante é a dificuldade de encontrar tais locais!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A micro está florida...






















Esta é a menor orquídea que avistamos em nossa região, Phymatidium, nós a chamamos de Gil. São pequenas como se pode perceber na foto em proporção à mão.
Delicadas, estão sempre hospedadas em goiabeiras.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Orquídeas nativas, belas do inverno!



Os brejos estão floridos com as belas orquídeas Catteya loddgesii, mais ligadas à bacia do Tietê elas foram muito retiradas de seus lugares para comércio. Nós contatamos as comunidades dos locais de ocorrência que são totalmente contra a retirada, visitamos sempre estes locais reforçando a importância da preservação, cliquem nas fotos e vejam que beleza!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A flor do Pau-Brasil...

Pau-Brasil visitado por abelha Jataí.

Acúleo, parece espinho mas não é!
Caesalpinia echinata.


Glauco Batalha, nosso querido mestre das orquídeas comenta:


!Marcos,
Foi com enorme prazer e alegria que aceitei o convite do "seu" Toninho para ver a florada do Pau-brasil!
Em mais uma iniciativa de professores e alunos do colégio, "seu" Toninho vem cuidando e bem deste belo exemplar há muito tempo. Nossa recompensa: a magnífica florada que podemos ver através das imagens.
Ibirapiranga, em Nheengatu ( a Boa Língua) pode significar madeira vermelha. A botânica a batizou de Caesalpinia echinata.
Esperamos que com esse exemplar possamos começar a devolver a espécie símbolo do Brasil para nossas matas. Afinal, a esperança está na semente...


Glauco,
Encontrei um dia desses,, um dos alunos que participou desse plantio, casado, com filhos e tocando a vida em frente, tal qual. a bela árvore 
Sim, sorte podermos contar com pessoas que têm amor pelo que faz,  e "dedos verdes"!



Este Pau-Brasil foi plantado por nossos alunos da professora Gil, !7 anos atrás no espaço do Colégio Miguel de Cervantes, hoje colégio Sáo Francisco-Objetivo em Guararema.
Está com cinco metros aproximadamente e floriu vigorosamente este ano. Belas flores amarelas com uma pétala vermelha, quase vinho e agora já grandinha, com poucos acúleos, que são estes falsos espinhos que se pode destacar do caule sem problemas.
No registro podemos ver uma Jataí,( T. Angustula) abelha indígena sem ferrão   trabalhando nas flores.
Parabéns Gil pelo seu aniversário e por ter sempre espalhado beleza pelo Mundo! 

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Cattleya harrisoniana, para nossos amigos de Portugal em ação!



MONTALEGRE - MANIFesta - VIII Feira e Festa do Desenvolvimento Local

MONTALEGRE - 7 A 10 JULHO



Cada MANIFesta é uma realização marcante que transcende em muito o universo da rede Animar. Assenta em três pilares:
1 - Assembleia – A MANIFesta é um espaço de reflexão e intervenção cívica, onde, com a maior liberdade e abertura, se realizam os mais variados debates, oficinas, tertúlias, etc., podendo estes ser propostos e animados por qualquer participante.
Elemento central dessas reflexões são as Assembleias MANIFesta. As sínteses das Assembleias MANIFesta são recolhidas sob a forma de teses e declarações identificadas pelo nome da localidade onde se realiza cada MANIFesta.
2 - Feira – Cada MANIFesta é igualmente um momento privilegiado onde se dão a conhecer projectos e iniciativas do Desenvolvimento Local e da Economia Social e se faz a divulgação dos seus produtos, ideias e práticas. Mas também, de uma forma o mais abrangente e descomplexada possível, de outros asso-ciativismos cívicos e solidários de que se compõe a sociedade civil organizada.
3 - Festa – Cada MANIFesta é ainda um espaço de intervenção, divulgação e fruição cultural, de lazer, exposições, concertos, teatro e animações várias. Nela cabem todas as expressões artísticas e culturais, das tradicionais às vanguardistas, sejam elas informadas pelos saberes e imaginários populares ou eruditos, de expressão urbana ou rural, sem fronteiras nacionais, culturais ou outras.
Esta VIII edição da MANIFesta terá como tema principal
“Mobilizar e Participar para uma Economia Sustentável”,
Cattleya harrisoniana
Para eles oferecemos a imagem desta orquídea, que é considerada por nós a mais guararemense das orquídeas! 

domingo, 10 de abril de 2011

Fora desassossego! Coisas para uma mochila em tempos difíceis...

























Nosso amigo e mestre orquidófilo, Glauco Batalha, fala do desassossego, esta sensação que fica no ar, que encontramos no que lemos, ouvimos e vemos. Somos bombardeados com mensagens como: não deixe de comprar, você não pode perder, a violência aumenta em... Tá certo, o momento não colabora muito ou quase nada! São notícias ruins do Japão, códigos florestais sendo alterados, usinas inundando florestas amazônicas e por aí vai.

Pensando no que Mestre Glauco diz, fico feliz em poder respirar, oxigenar; seja andando, correndo, abrindo a porta de manhã, aquele primeiro ar é tão bom! As matas estão cheirosas também, são lírios do brejo, damas da noite, andemos à noite.

Bater papo com amigos... Tem uns, que só sorrindo, nos sossegam. Quando é bom o papo, é irregular, pode ser frenético ou ter longas pausas, pode até não ter palavras ou vinho.

Beber água... Tão preciosa! Água, água, inodora, insípida e incolor, mas com som, alguns instrumentos que tocamos imitam o som das águas, você já ouviu algum? É incrível, mas podemos beber água! Valorizamos ouro, diamantes, petróleo, falamos até em nadar em dinheiro, mas para beber, água, Isso sossega!

Olhar chuva, uma fogueira ou o mar, isso sossega. Vamos reagir ao desassossego!

Outro mestre, o compositor Adoniram Barbosa, num programa apresentado por Elis Regina, propôs que ela, a “Pimentinha”, lhe perguntasse o que eles faziam no Bexiga, o famoso bairro paulistano: -Então, Adoniram, onde vocês ficavam? - A gente ficava ali no Bexiga... Agora Elis, pergunta o que a gente fazia lá. -Então, Adoniram, o que vocês faziam lá? -Nada...


Humor sossega! Vamos reagir? Vamos! É certo que o mundo, com todo ser que dele depende, passa por um momento especial, todos os fatos e dados científicos apontam para isso. Aliás, alguns cientistas explicam que o tão apavorante “fim do mundo do calendário Maia”, decorre da consciência que este povo tinha, de que o mundo passa por ciclos naturais, com grandes ajustes ambientais, os egípcios e outras civilizações também tinham esta consciência. A diferença? Nossa civilização. Estamos acelerando e piorando as coisas, juntamos a um ciclo natural, uma crise ética, moral, ambições, sonhos de consumo desnecessários, desrespeito às crianças, idosos, professores, colegas... Vamos precisar de todo mundo, um mais um, é muito mais que dois, diz Beto Guedes, o compositor. Que tal começamos a nos preparar para momentos difíceis, mas não fazendo apologia ao desassossego. Abrir a porta de manhã, agradecendo aquele primeiro ar fresco e desejando ao mundo um bom dia.

É tão bom!

segunda-feira, 28 de março de 2011

A bela e pequena Phymatidium se prepara...


Se prepara para abrir suas flores brancas e mostrar toda a sua beleza! Em breve estaremos de volta às matas para registrar as orquídeas de nossa Mata Atlântica. Bem-vindos o pessoal da Orquídeas-Paranaenses!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Surpresa! Uma saudável catasetum cernuum no chão da Mata Atlântica



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Encontramos esta orquídea, que já foi alvo de estudo de Darwin (consultem postagem de novembro de 2010), dentro da Mata Atlântica no Itapeti. As fibras servem para reter folhas que em decomposição, alimentam a planta.
Glauco Batalha, o orquidófilo, observou que havia uma continuação do galho em que está hospedada logo ao lado e concluiu que a orquídea caiu da árvore acima.Chamou-lhe atenção o bulbo e o bom estado da planta que está próxima a margem de um córrego a mais de 900m de altitude.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Como subir?

Normalmente usamos esta TR4, ela é pequena e vai bem em trilhas estreitas, mas como não tem um bagageiro em cima, não conseguiríamos a altura suficiente para a ver os detalhes que precisavam ser observados pelo pesquisador!
Como estava chovendo e ventando, não queríamos perder a abertura das flores e fomos em busca de alternativas.
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