terça-feira, 25 de agosto de 2015

Dengue está apenas começando no Brasil...


Eles estão por todo lugar, vamos agir?
O Virologista Paolo Zanotto, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), analisando os números e a situação de hiperendemicidade (Quando múltiplos vírus coexistem em uma mesma região), faz uma grave observação: "A dengue está apenas começando no Brasil".
Temos na região da grande São Paulo, uma das mais densamente povoadas do Brasil, a presença dos quatro sorotipos, isso significa que uma mesma pessoa "pode" ser infectada várias vezes.
O combate à doença não pode e não deve contar com uma soluçaõ única, várias frentes estão abertas, algumas com resultados bem interessantes, como a Fábrica de Mosquitos, MOSCAMED da Bahia ou produção de machos com espermatozoides defeituosos e ainda a criação do Super Mosquito- http://revistapesquisa.fapesp.br/…/06/16/folheie-a-edicao-…/.
O combate aos ambientes de reprodução é imprescindível e em momento algum deve ser interrompido, Água Parada é Doença em Movimento.
A vigilância deve ser um exercício diário, o Ministério da Saúde, sugere dez minutos por dia na busca de depósitos de água parada.
Estamos sugerindo a adoção da crotalária como um símbolo concreto dos cuidados que devemos ter no combate ao mosquito, esta planta a Crotalária Juncea, atrai predadores das larvas do mosquito da dengue, como as libélulas que botam ovos no mesmo local do Aedes. Para a criança, a planta vai servir como um belo alerta para a perigosa situação.
Outro fato interessante é a conclusão que estão chegando cientistas brasileiros de que as áreas menos arborizadas e mais quentes favorecem ao aparecimento da doença. Conclui o estudo que áreas com maior cobertura vegetal para cada 100mil habitantes o número de casos era de apenas 3,2%, diante de 72,3% nas menos arborizadas. Em uma área com 32 graus de temperatura superficial, 90% das larvas do inseto já viararam adultas
Amigos, é importante que ataquemos este mal com todas as soluções possíveis, e no caso da crotalária, temos algo concreto para distribuir para a população, junto às orientações que devem ser permanentes, uma ação não exclui outra, basta lembrarmos que se conseguíssimos diminuir drasticamente a população de mosquitos, a doença nos daria uma folga mas inevitavelmente voltaria .

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